dekmantel

 

O Dekmantel Festival encerrou sua primeira edição no Brasil depois de dois dias cheios de grandes nomes da música eletrônica como Nicolas Jaar, Nina Kraviz, Jeff Mills, Fatima Yamaha e uma infinidade de outros DJ’s e produtores para se apresenta no país. Isso, em conjunto com uma boa mistura entre nomes da cena eletrônica brasileira e pesos pesado de outros segmentos, como Hermeto Pascoal, por exemplo.

Com a curadoria de cada dia realizada sob medida, line ups equilibrados e ainda festas à noite, com profissionais como Veronica Vasicka e Ben Klock, o festival apresentou um formato confortável e simplificado para quem estava em busca de dançar. No Jockey Club, onde as apresentações aconteciam durante o dia, os DJ’s se dividiam em cinco pistas, que quase sempre estavam cheias. Isso deixa em evidência que a aposta dos organizadores em nomes consistentes e que carregam a identidade da música eletrônica é uma boa pedida.

Ainda, em consonância com todos esses detalhes, o festival apostou em uma decoração simples, sem pirotecnia, mas bem resolvida, com som equilibrado em todas as pistas fazendo com que a atração principal fosse sempre a música.

Assim, praticamente todos os feedbacks foram favoráveis ao evento, sem filas, fácil de caminhar e com espaço para dançar. Mostrando que o tamanho e a proporção escolhida foram ideais. Ainda, no espaço criado no Jockey, era possível encontrar uma loja de discos e boa variedade de comida, com bons preços.

Por fim, com uma programação eclética, que abraçou os mais variados públicos, atendeu quem gosta do dia e da noite, com atenção aos detalhes e, principalmente, mantendo a qualidade dos artista selecionados, assim como sempre foi na Holanda, o Dekmantel conseguiu seu espaço com o público. E isso fica nítido principalmente pela confirmação da edição 2018, para a qual já é possível fazer a pré-inscrição no site.

Fonte Omelete